Música para o Espírito

sexta-feira, 30 de outubro de 2020

A QUESTÃO DA ORGANIZAÇÃO EM ANTON PANNEKOEK


 A questão da organização em Anton Pannekoek (Coleção Dialética e Sociedade Livro 4) - Edições Redelp


Anton Pannekoek é um dos grandes nomes do marxismo e o grande teórico dos conselhos operários, organizações autárquicas criadas espontaneamente pelos trabalhadores no bojo das tentativas de revoluções proletárias na Rússia, Alemanha, Hungria e Itália, e que ressurgiu posteriormente em várias outras experiências históricas. A questão da organização é uma das mais discutidas em sua obra e os textos aqui reunidos apontam para uma análise de sua contribuição para compreender as organizações operárias e burocráticas, como partidos e sindicatos, numa perspectiva crítica, tal como a de Pannekoek.

sábado, 11 de julho de 2020

Neoliberalismo Discricionário e Discurso do Bloco Dominante no Brasil (2015-2018)

Nesse artigo tentaremos demonstrar através de uma análise marxista da crise de acumulação brasileira e do discurso, que o discurso do bloco dominante sobre essa crise e suas supostas soluções é um discurso ideológico, cujo propósito fundamental é ocultar a realidade, isto é a crise de acumulação, genericamente apresentada como crise econômica, e a busca por uma maior exploração do trabalho e maior apropriação da renda estatal pela burguesia e determinadas frações das classes auxiliares. Os resultados obtidos com esse trabalho equivalem a conclusões iniciais de análises dos discursos jornalísticos sobre a crise de acumulação brasileira, entre os anos de 2015 a 2018, de uma pesquisa ainda em andamento.

https://publicaciones.sociales.uba.ar/index.php/elatina/article/view/5539/pdf#

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

MAIO DE 1968 - LUTA DE CLASSES E PROJETO AUTOGESTIONÁRIO



O livro Maio de 1968 aborda esse acontecimento histórico extraordinário mostrando sua dinâmica envolvida na luta de classes e o projeto autogestionário desenvolvido no seu interior. Através da análise da luta cultural, lutas estudantis e operárias, papel da burocracia partidária e sindical, se analisa vários aspectos deste evento, tais como sua gênese, herança cultural e vínculo com o projeto autogestionário.


Detalhes do produto

Editora: EDITORA CRV
ISBN:978-85-444-3548-9
DOI: 10.24824/978854443548.9
Ano de edição: 2019
Distribuidora: EDITORA CRV
Número de páginas: 132
Formato do Livro: 16x23 cm
Número da edição:1



Autores
LISANDRO BRAGA
É Professor do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-graduação em Sociologia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e Doutor em Sociologia pela Universidade Federal de Goiás (UFG).



NILDO VIANA
É Professor da Faculdade de Ciências Sociais e Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de Goiás; Doutor em Sociologia pela Universidade de Brasília e Pós-Doutor pela Universidade de São Paulo.


Aquisição:
https://editoracrv.com.br/produtos/detalhes/34199-maio-de-1968-brluta-de-classes-e-projeto-autogestionario

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

CRÍTICA MARXISTA AO LENINISMO

"O leitor desavisado ou ingênuo poderá incorrer em uma dúvida quanto ao título desta coletânea: é possível uma crítica marxista ao leninismo? Tal indagação, sem dúvidas, é derivada de um desenvolvimento de deformação da compreensão correta e coerente do significado do marxismo para a luta de classes no interior da sociedade capitalista. A história é contada pelos vencedores, já dizia George Orwell. O leninismo, sobretudo a partir do golpe de estado na Rússia em outubro de 1917, tornou-se sinônimo de um autêntico continuador do marxismo original (Karl Marx e Friedrich Engels). Ledo engano. Apresente coletânea visa contribuir com a divulgação e a luta cultural do marxismo revolucionário antileninista entre os militantes e pesquisadores de língua portuguesa. Trata-se de uma obra polêmica mas que encontra eco nas fileiras mais combativas daqueles que buscam a emancipação humana via revolução proletária."

terça-feira, 27 de novembro de 2018

AMÉRICA LATINA EM MOVIMENTO - DOMINAÇÃO, HEGEMONIA E RESISTÊNCIA



Neste livro, os autores partem de uma perspectiva em que a crítica social marca a análise dos diversos aspectos da vida social na América Latina. O título da obra já denota esta preocupação à medida que expressa a dinâmica do capitalismo subordinado presente no contexto latino-americano: América Latina em Movimento: dominação, hegemonia e resistência.

Há décadas as diferentes sociedades na América Latina, através da adoção, pelos Estados, das mais variadas políticas neoliberais, tomaram o caminho para manter a repressão contra as classes sociais exploradas. Do neopopulismo de Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, no Brasil, aos governos neopopulistas de Evo Morales, Bolívia, Cristina Kirchner, na Argentina, de Hugo Chávez, substituído por Nicolás Maduro, na Venezuela, o que presenciamos foi a continuidade das violentas políticas neoliberais que intensificaram a pobreza, a exploração da classe trabalhadora, o desemprego, a violência cotidiana contra pobres, indígenas, negros, mulheres.

O discurso do neopopulismo neoliberal esgotou com a derrocada desses governos no Brasil e na Argentina. A luta da classe dominante para reestabelecer o controle sobre os governos e os estados tem se manifestado diariamente através das reformas realizadas e em cursos em países como Brasil e Argentina. Por sua vez, movimentos de resistência surgiram à medida que as políticas neoliberais intensificavam as contradições sociais e a miséria nas sociedades locais. O esforço desta obra é no sentido de apresentar uma interpretação crítica que vai à raiz do problema. Sem floreios!!


O capitalismo subordinado, dominante na paisagem latino-americana, se desenvolveu nas últimas décadas solapando as sociedades com políticas sociais e econômicas que jogaram amplas parcelas da população na miséria. A interferência norte-americana, desde sempre, se fez sentir intensamente à medida que fundações conservadoras, através de seus intelectuais conservadores, passaram a impor diversificadas ações tanto políticas quanto sociais, culturais e econômicas no sentido de conformar um consenso em torno da impossibilidade de ação fora do projeto neoliberal. Os conflitos sociais que emergiram demonstraram as fraturas do capitalismo periférico no contexto latino-americano.


Nesta obra os autores apresentam a realidade social e política da América Latina. As desigualdades sociais, a exploração de classe, os conflitos sociais, a pobreza, a violência estatal e a submissão intelectual de setores da intelligentsia latino-americana, são retratadas de modo crítico, fugindo das análises convencionais.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Revista Enfrentamento 21

Os artigos reunidos no presente número da Revista Enfrentamento são dedicados à análise do estado e do seu devir durante o processo revolucionário. A perspectiva presente em todos os textos manifestam o ponto de vista proletário, ou seja, do proletariado como classe autodeterminada, revolucionária. Apontam, portanto, para o processo de transformação radical da sociedade capitalista. Este é solo sobre o qual todos os autores semeiam suas ideias.

http://www.enfrentamento.net/enf21.pdf